R$300,00
2 x de R$150,00 sem juros
Ver mais detalhes

Há um ponto da maturidade em que a pergunta deixa de ser “com quem me relaciono?”
e passa a ser: “a partir de qual lugar interno eu me relaciono?”

Porque nenhuma relação amadurece além do nível de integração interna de quem a vive.

Por trás dos conflitos entre homens e mulheres, dos jogos de poder, das ausências, excessos, cobranças ou silêncios, existe algo mais antigo e mais profundo: uma cisão entre o feminino e o masculino dentro de cada um de nós.

O feminino ferido que aprendeu a se defender endurecendo.
O masculino ferido que aprendeu a sobreviver se afastando.
E gerações repetindo isso, sem perceber que não é destino é lealdade inconsciente.

Este workshop nasce como um campo de pausa e verdade.
Um espaço para olhar, com consciência sistêmica, aquilo que moldou sua forma de amar, escolher, ceder, atacar, sustentar ou fugir.

No dia 29 de março, às 13h, nos encontraremos para trabalhar a integração da energia feminina e masculina através da Constelação Sistêmica, não como conceito, mas como experiência viva no corpo e no campo.

Vamos olhar:

  • os padrões familiares e coletivos que organizam suas relações;

  • as lealdades invisíveis que mantêm repetições mesmo quando há consciência;

  • as feridas coletivas entre homens e mulheres que ainda pedem reconciliação;

  • e os movimentos possíveis quando o feminino pode sentir sem se perder e o masculino pode sustentar sem dominar.

Este não é um convite para “melhorar relações” superficialmente.
É um chamado para amadurecer o modo de se relacionar começando por dentro.

PARA QUEM É INDICADO?

  • Para quem sente que está congelada em uma das polaridades.
  • Para quem percebe que amar exige mais do que vontade: exige presença, integração e responsabilidade emocional.
  • Para quem entende que a convicência com o outro só acontece de forma leve quando as polaridades internas deixam de lutar entre si.

Quando o feminino e o masculino encontram um lugar interno, as relações deixam de ser campo de disputa
e se tornam um espaço de encontros.

 

E quando você vê isso, não consegue mais desver.